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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Glee: casamento perfeito entre música e televisão!

Por Mr. Jones

Glee é um dos seriados de maior sucesso da televisão americana e vem mostrando a combinação perfeita entre música e televisão. Isso por que é uma série que vai além do lançamento de uma simples trilha sonora.

Glee conta a história de um professor de Espanhol Will Schuester, que tenta a todo custo reerguer o decadente coral que já foi motivo de grande orgulho para a escola da cidade. A instituição não tem recursos nem grande interesse em sustentar o sonho do professor. Glee Club, o coral, só atrai os alunos menos populares e estigmatizados da escola. Em contrapartida, a treinadora da equipe de torcida, Sue Sylvester está disposta a atrapalhar o progresso do Coral, que pode gerar menos recursos e prestígio para a vencedora e renomada equipe que comanda.

A primeira temporada de Glee estreiou pelo canal a cabo FOX no dia 04 de novembro de 2009. A cada episódio, os alunos do Coral apresentam versões novas de sucessos da música americana. Os hits vendem que nem água no iTunes, 24 singles de Glee emplacaram o HOT 100 da Billboard.

Madonna já cedeu todo o catálogo de suas gravações para que o seriado produza um episódio inteiro com suas músicas, que deve ir ao ar no dia 20 desse mês e, mais que talentoso, o extraordinário elenco já cantou Jhon Lennon, Queen, Cyndi Lauper, Amy Winehouse, Beyoncé e muitos outros.

O vencedor do People's Choice Awards como melhor série de comédia é inteligente, bem humorado, divertido e apresenta números musicais fantásticos. Abaixo, o vídeo promocional e alguns áudios super legais. Vale muito a pena conferir a volta da primeira temporada de Glee que estreiou dia 13 de abril na FOX.

Trailler promocional:

Cory Monteith (Finn Hudson) canta I'll stand by you do The Pretenders.


Matthew Morrison (Mr. Shue) e Lea Michele (Rachel Berry) cantam My Endless Love, do Lionel Richie.


sábado, 20 de março de 2010

"Elemento Crítico" ganha novo colaborador!

Senhoras e senhores leitores, comentaristas, críticos, simpáticos e simpatizantes do Elemento Crítico. Nosso blog acaba de ganhar um novo colaborador. Mr. Jones ficará por conta das postagens sobre cantores nacionais, internacionais e bandas!
Um pouco mais sobre o rapaz: carioca, quase 26 anos, morador de Brasília há quatro, estuda canto e violão, é viciado em café, acha Amy Winehouse uma lenda e aposta que Rebolation ganhará como o hit do ano (essa última é mentira!).

Mr. Jones promete postar todas as boas novidades da música porque "há muita novidade boa por aí", apesar de que ele afirma que gosta mesmo é de coisa velha: Nina Simone, Aerosmith, Roberto Carlos e por aí vai. Apresentações feitas, agora, vamos curtir três vídeos que o próprio Mr. Jones separou e comentou, para gente ter uma idéia do que está por vir:

A primeira é The Great Pretender, composta por Buck Ram em 1955, para o The Platters e regravada em 1987 pelo saudoso Fred Mercury em seu segundo álbum solo homônimo à música. Nesse vídeo, Fred e sua banda fazem um jogo com as imagens de outros clips de sucesso do Queen. Destaque para o humor sempre escrachado:




James Blunt com No Bravery - apenas ele e o piano. Canção composta pelo próprio Blunt enquanto servia o Exército britânico na Guerra do Kosovo:




Zeca Baleiro é um dos melhores cantores e compositores brasileiros:


terça-feira, 2 de março de 2010

As 5 cantoras mais problemáticas da história da música!

Por Donatella

Elas são famosas, ricas, talentosas, possuem milhões de fãs espalhados pelo mundo, fizeram ou fazem história no mundo da música como também nos noticiários motivados por devaneios cometidos em suas vidas pessoais, que na maioria das vezes ganha mais espaço na mídia do que propriamente seus trabalhos musicais. Umas se recuperaram ou estão se recuperando e outras não estão mais aqui para contarem história. Algumas receberam o título de “Diva” devido ao sucesso alcançado diante de seus trabalhos, carreiras e vidas pessoais, mas possuem característica em comum o fato de causarem ou ter causado muitas polêmicas.



Janis Joplin – É inegável a influência que teve no Rock, principalmente no gênero alternativo. Foi uma das primeiras mulheres a se destacar nesse estilo. Janis nasceu no Texas, Estados Unidos, e desde sempre cultivou uma postura rebelde diante da vida. As drogas e a bebida passaram a fazer parte de sua vida logo cedo, tanto que, segundo ela própria, essa seria mais importante que sua carreira artística. Era também compositora, começou a cantar com amigos e, em uma de suas tentativas de se livrar do vício das drogas quando retornou a sua cidade natal, notou grande afinidade entre o Blues que cantava com o grupo Big Brother & The Holding Company que mantinha algum destaque na comunidade hippie local. Depois de se desligar do grupo, acabou formando outros como o Kozmic Blues Band e o Full Tielt Boogie Band. Seus álbuns de maior destaque foram Cheap Thrills [1968] e Pearl [1971]: esse último lançado após sua morte. Janis morreu em Outubro de 1970 com 27 anos por overdose de heroína, mas até hoje é lembrada por sua voz forte, marcante, por suas músicas que sempre tiveram a dor e a perda como tema principal e sua maneira espalhafatosa e rude de ser e agir.

Whitney Houston – A grande diva que surgiu na década de 80 ganhou ainda mais notoriedade como protagonista do filme “O guarda Costa” de 1992, além de seus sucessos musicais, passou por grandes problemas devido ao excessivo consumo de drogas e bebidas. Idas e vindas a centros de reabilitação, constantes brigas e desentendimentos em seu casamento com o também usuário de drogas Bobby Brown e intensa especulação da imprensa em relação a sua vida pessoal, fez com que Whitney se afundasse ainda mais e se afastasse por algum tempo do showbussiness. Preocupados com o seu estado, alguns de seus parentes chegaram a divulgar fotos da cantora em estado crítico (preocupação ou apenas marketing?) e de locais utilizados pela mesma para o uso dos entorpecentes, como sua casa. Aparições em premiações e outros eventos também demonstravam a situação na qual a diva se encontrava, ou seja, de total descontrole psíquico. Devido a esse período conturbado, ficou afastada dos palcos por mais de 5 anos. Atualmente recuperada e divorciada, Whitney lançou o álbum I Look To You e deu início a primeira turnê mundial desde 1998, provando para a mídia que os anos de dificuldades ficaram para trás. Porém, o consumo de drogas prejudicou sua voz.

Amy Winehouse – Socos em fãs, bebedeiras, vídeos mostrando-a consumindo drogas, apresentações embriagadas, agressões físicas e verbais em público com o até então marido Blake Fielder-Civil, prisões e várias internações e hematomas demonstraram o quanto Amy Winehouse é uma artista problemática. Uma das maiores revelações dos últimos tempos e dona de um talento único, Amy sempre fez a alegria dos tablóides com os seus devaneios em meio ás drogas e ao álcool, gosto que também compartilhava com seu ex-marido (há rumores de que estejam juntos novamente) que era, segundo ela própria, o maior motivo pelo qual ela estava viva, fazendo em diversas ocasiões declarações apaixonadas, principalmente na época em que foi preso por suborno em um processo no qual foi acusado de agredir o dono de um pub Londrino. Amy sempre relatou em suas canções suas relações com o álcool e com as drogas e sua dificuldade em aceitar ajuda para se livrar desses vícios, porém isso só fez com que ela ganhasse grande notoriedade no cenário musical (pela maneira como interage com o Soul e com o Jazz), sendo até premiada com 5 Grammys. Atualmente parece estar tentando manter uma vida próxima do normal com a promessa de um novo álbum para 2010.

Britney Spears – A princesinha do pop escandalizou o mundo quando resolveu mostrar que já não era mais aquela menininha da época da turma do Mickey, tinha crescido e a partir daquele momento era uma mulher que estava longe da inocência, e isso foi bastante relatado em suas músicas. Porém, Britney resolveu escandalizar novamente, dessa vez não através de sua música, mas de sua vida pessoal. Casou-se com o bailarino de suas turnês, Kevin Federline, com quem teve dois filhos, e foi a partir do divórcio que seus problemas começaram. Desde o envolvimento com drogas e álcool, a perda da guarda dos filhos para o ex-marido, raspar a cabeça em um momento de loucura, agressão aos paparazzis até a perda do controle de seus bens para seu pai, Jamie Spears, Britney resolveu dar um tempo para que pudesse colocar a cabeça e tudo mais em ordem e voltou á mídia com uma apresentação desastrosa na noite da premiação do VMA americano. Porém, isso não fez com que sua popularidade caísse, fazendo com que seus trabalhos posteriores, “Blackout” e “Circus” fossem bastante elogiados pela crítica especializada. Hoje, recuperada da turbulência vivida e com a guarda de seus filhos quase ganha, Britney volta aos seus velhos tempos, porém ainda com uma característica que sempre a marcou, o playback.

Courtney Love – Viúva do não menos problemático Kurt Cobain, vocalista da extinta banda Nirvana, morto em 1994 e ex-vocalista da banda Hole, Courtney poderia ser nomeada a rainha dos problemas. Desde a morte de seu marido, morto com um tiro na cabeça, que até hoje é um enigma na mente de seus fãs, ela sempre foi associada como causadora de sua morte, fazendo com que muitos fãs do Kurt a hostilizassem em seus shows com a banda Hole. Porém, nunca ficou comprovado seu envolvimento na morte dele. Agressões, relacionamentos conturbados, processos na justiça, prisões e o consumo excessivo de heroína, porte de drogas, depressão e até mesmo a perda da guarda de sua filha e internação e clínicas de reabilitação fizeram com que seus trabalhos musicais e no cinema fossem ofuscados pelos escândalos, de fato não deixaram de fazer relativo sucesso, porém sempre estiveram entrelaçados aos mais diversos atos anormais provocados por essa mulher-problema. Hoje, em carreira solo trabalha em um novo material, recuperou a guarda de sua filha e parecia querer fugir dessa imagem de barraqueira que mantinha até algum tempo atrás. Na última semana, nos bastidores de uma premiação, trocou insultos com Lily Allen.